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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Arqueologia com selos

Por J. Pires dos Santos

Foi recentemente editado pelos Correios de Portugal o livro ‘Uma História da Arqueologia Portuguesa’, da autoria de Carlos Fabião, que traça um percurso pela história do País, com referência aos principais sítios, personalidades e factos que tem marcado a Arqueologia em Portugal.

Na obra, o arqueólogo Carlos Fabião conjuga a análise científica da investigação desde o período em que os vestígios do passado remoto serviam de pretexto para confirmar, sobretudo à luz dos textos bíblicos, as origens e o passado das civilizações, até à descoberta e classificação pela Unesco, já no século XX, das pinturas rupestres no vale do Côa.

Neste livro, o autor homenageia os fundadores da arqueologia portuguesa, com destaque para Francisco Morais Sarmento, pioneiro desta ciência em Portugal no século XIX.

A obra segue a linha editorial de anteriores edições dos CTT e completa-se com cinco selos da emissão filatélica ‘Arqueologia em Portugal’ que reproduzem a Citânia de Briteiros, Foz Côa, Conimbriga, Milreu e Alcalar, com os valores, respectivamente, de 0,32, 0,47, 0,68 e 0,80 cêntimos e 1 euro e o bloco que inclui um selo de 2,5 euros, que reproduz José Leite de Vasconcelos no Museu Etnográfico Português.

Correio da Manhã, 22 de Janeiro de 2012 | http://www.cmjornal.xl.pt

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

A recente descoberta de ossadas de gigantes humanos na Grécia – mais um embuste?!

Fotos de uma recente descoberta arqueológica na Grécia. Gigantes realmente existiram?  
Circulando pela internet desde junho de 2010,  o texto acompanhado de algumas fotos, afirma que realmente existiram gigantes no nosso planeta há vários anos!

Será verdade?

Uma das imagens recebidas junto ao texto

Já pesquisamos, em setembro de 2004, aqui no E-farsas a história  semelhante, onde o autor do texto afirmava que haviam sido encontrados esqueletos de seres humanos com a estatura muito maior que o normal. Na época, descobrimos se tratar de montagens.
Mas, e dessa vez? Será que as imagens e o texto são reais?

A resposta é:  NÃO! É tudo falso!

Dessa vez (assim como em algumas versões que pesquisamos em 2004!), o autor se apóia em trechos da bíblia para tentar justificar seu hoax.

De fato, a bíblia fala em gigantes em vários de seus versículos. Por exemplo, em Gênesis 6, versículo 4, o texto diz:

"Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama."

Aliás, segundo o site BibliaOnline, a palavra "gigante" aparece em 15 versículos. Mas isso também depende da edição, tradução etc.

Porém, as imagens anexadas ao texto são, na verdade, montagens feitas para o site Worth1000,especializado em realizar concursos para os craques em softwares de manipulações digitais – como o Photoshop.

Um dos temas dos concursos promovidos pela galera do Worth1000 foi a 12ª edição do Anomalias Arqueológicas e a maioria das fotos foram retiradas de lá.

Abaixo, uma das fotos manipuladas:



Das imagens acima, a original é de 1993, da Universidade de Chicago. Um osso de dinossauro encontrado em escavações na Nigéria 

In http://www.e-farsas.com

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Navio do século V descoberto em Istambul | euronews, science

Os arqueólogos descobriram mais um tesouro escondido no subsolo em Istambul, na Turquia. A mais recente relíquia é um navio de carga que data provavelmente do século V.
Outras descobertas no Quirguistão e na Polónia...
Navio do século V descoberto em Istambul | euronews, science

terça-feira, 12 de julho de 2011

Descoberta de 'templos' gera polémica nos Açores

Por Paulo Faustino, Ponta Delgada, 12 de Julho de 2011


Presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira defende que alegados templos dedicados a deusa lunar cartaginesa não passam de estruturas de apoio militar.

O presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Francisco Maduro Dias, resume a "cafuas" de apoio às guarnições militares em Angra do Heroísmo, Açores, aquilo que os arqueólogos Nuno Ribeiro e Anabela Joaquinito admitem ser a descoberta no monte Brasil de templos dedicados a Tanit, deusa cartaginesa, do século IV a.C.

Os dois arqueólogos, da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), encontraram o que dizem ser túmulos escavados nas rochas que apontam para a existência de cinco monumentos do tipo hipogeu, e de alguns 'santuários' proto-históricos.
Nuno Ribeiro afirmou que, perante as descobertas agora feitas, "a data do povoamento dos Açores pode não ser a que a história refere, mas outra dependente de estudos arqueológicos a estruturas e objectos existentes no arquipélago".

Mas o presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira desvaloriza a tese dos investigadores, esclarecendo que as escavações na rocha que encontraram se destinavam apenas a servir de abrigos militares nos séculos XVI e XVII, e ainda para a recolha de água. "Entre a fantasia e a realidade", para Francisco Maduro Dias, a visão apresentada pela APIA tem "muito mais de fantasia".

In DN/Ciência  

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Imagens de satélite permitem encontrar pirâmides no Egipto

A arqueologia espacial “substituiu” Indiana Jones. Imagens de satélite sobre o Egipto permitiram descobrir 17 pirâmides que estavam desaparecidas e três mil infra-estruturas escondidas debaixo do solo, num trabalho pioneiro de arqueologia espacial de um laboratório em Alabama, apoiado pela NASA.
"Indiana Jones é o método antigo. Ultrapassámos Indy, desculpa Harrison Ford”, disse à BBC Sarah Parcak, do laboratório de Birmingham, Alabama, especializada em arqueologia espacial.
A equipa de Parcak analisou as imagens obtidas por satélites a 700 quilómetros da Terra, equipados com câmaras de infra-vermelhos capazes de detectar objectos com menos de um metro de diâmetro na superfície terrestre. “Escavar uma pirâmide é o sonho de qualquer arqueólogo”, comentou Parcak, dizendo-se surpreendida com o que ela e a sua equipa encontraram.
“Trabalhámos intensamente durante mais de um ano. Mas o momento alto foi quando pude, finalmente, ver o conjunto de tudo o que encontrámos. Nem queria acreditar que localizámos tantos sítios em todo o Egipto”.

Leia a continuação em http://publico.pt/1495833

Mais:

http://www.bbc.co.uk/news/world-13522957
http://www.uab.edu/history-anthropology/faclist/87-anthropology/23-ant-parcak

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Princesa egípcia com 3500 anos é o primeiro caso conhecido de aterosclerose

18.05.2011 - 10:09 Por Romana Borja-Santos
Ahmose-Meryet-Amon, filha do faraó Seqenenre Tao II, terá morrido com cerca de 40 anos
 (Foto: Dr. Michael Miyamoto )


Não fumava e tinha uma posição social que lhe permitia ter uma boa alimentação e viver sem o stress de quem trabalha. Mesmo assim, a princesa Ahmose-Meryet-Amon, filha do faraó Seqenenre Tao II, poderá ser o primeiro caso conhecido de aterosclerose – uma doença cardiovascular crónica. Hoje seria candidata de eleição para um bypass coronário.


Para ler o artigo completo clique na imagem

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Placa de argila muda tudo aquilo que se sabia sobre as origens da alfabetização

CiênciaHoje, 2011-04-06

Michael Cosmopoulos (à esquerda) no local das escavações

Uma tábua de cerâmica com mais de três mil anos, com o texto legível mais antigo da Europa, foi encontrada numa antiga lixeira, em Peloponeso, na Grécia, segundo anunciou Michael Cosmopoulos, arqueólogo da Universidade do Estado do Missouri-St. Louis (EUA). Trata-se de uma placa de argila, que se julga corresponder a um registo financeiro. Será publicado um artigo sobre a pedra na edição deste mês da«Proceedings of the Athens Archaeological Society».

O artefacto foi encontrado durante escavações – sob a supervisão da Escola de Arqueologia de Atenas, começaram em 2006 e já revelaram ruínas de uma enorme estrutura com grandes muralhas de entre 1550-1440 a.C. –, numa colina de Iklaina, uma pequena aldeia do departamento de Messene, 300 quilómetros a sudoeste de Atenas.

“Isto é um caso raro onde arqueologia vai ao encontro de textos antigos e mitos gregos”,segundo referiu ao «Past Horizons Archaeology News». Esta tabela de argila muda tudo aquilo que se sabia sobre as origens da alfabetização e a burocracia, durante a Idade do Bronze, na Europa do sul. O fragmento mede cinco centímetros por oito.

A inscrição corresponde a uma forma de escrita – Linear B – usada antes da existência da Grécia Antiga pelos Micénicos, um povo da Idade do Bronze que dominou grande parte do território grego 1.600 anos antes e Cristo, na época da Guerra de Tróia descrita na Ilíada de Homero.

Placa tem inscrição em Linear B

A placa tem, de um lado, uma lista de nomes e números; no outro, uma verba relativa à confecção, segundo revelou o Cosmopoulos, que também é director doIklaina Archaeological Project, acrescentando que esta descoberta sugere que "a burocracia e a literacia foram desenvolvidas mais cedo do que se pensava".

Segundo o especialista, o sítio em que a placa de argila foi encontrada terá sido uma antiga lixeira do Peloponeso que foi atingida pelo fogo. Felizmente, a inscrição não se perdeu, uma vez que a argila terá cozido com as altas temperaturas do incêndio. O local foi destruído provavelmente no ano 1400 a.C., antes de ser invadido pelo reino de Pilos, cujo rei, Nestor, é mencionado na Ilíada.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=48345&op=all

Descoberto primeiro esqueleto de homossexual pré-histórico

CiênciaHoje, 2011-04-07
 Corpo estava disposto como sepultura feminina

Descobriram o corpo de um homem – que remonta a 2900 ou 2500 anos a.C. –, na República Checa, cuja posição estava normalmente reservada às mulheres na cultura da cerâmica e, por isso, os investigadores acreditam tratar-se do primeiro homossexual ou transexual conhecido e que viveu durante a Idade do Cobre.

O esqueleto, encontrado num subúrbio de Praga, tinha a cabeça apontada para Este e estava rodeado de utensílios domésticos, um ritual que até aqui apenas era descoberta em sepulturas femininas.

Segundo a história da antropologia, "as pessoas deste período levavam este género de ritual funerário muito a sério e isso leva a crer que a posição em que foi encontrado seja dificilmente um erro”, referiu Kamila Remisova Venisova, coordenadora da equipa de arqueólogos que fez a descoberta, ao diário britânico «The Telegraph».

Neste tipo de cultura, os homens eram normalmente enterrados sobre o seu lado direito, com a cabeça virada para o Oeste, com ferramentas, armas, comida e bebidas e as mulheres, normalmente sobre o lado esquerdo, viradas para o Este e rodeada de jóias e objectos de uso doméstico.

Outra das hipóteses é a de que o indivíduo poderia ter sido um xamã ou alguém do ‘terceiro sexo’ (homo ou transexual). "Como o conjunto de objectos encontrados em redor do esqueleto não corroboravam a hipótese de que fosse um xamã, é mais provável que a segunda explicação seja a correcta”, sustentou ainda.

As escavações foram hoje abertas ao público e as visitas têm sido intensas. Os restos são de um membro da cultura da cerâmica cordada, que viveu no norte da Europa na Idade da Pedra, entre 2.500 AC e 2.900 AC.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=48388&op=all

sexta-feira, 25 de março de 2011

As bizarras "baixelas" dos primeiros britânicos

Primeiros britânicos usavam crânios de mortos como taça

CiênciaHoje, 2011-02-17

Primeira evidência de crânio-chávenas no Reino Unido

“Uma recente descoberta numa caverna – Gruta do Gough, em Cheddar Gorge, Somerset (Reino Unido) –, indica que os britânicos primitivos usavam os crânios das suas vítimas como taça.
Os cientistas do Museu de História Natural de Londres analisaram os restos de três pessoas encontradas, entre elas, uma criança de três anos que supostamente foi morta por práticas de canibalismo. O estudo foi publicado na edição online da PLoS One."
As três taças datam de há 14 700 anos e estima-se que tenham sido usadas após a última Idade do Gelo. “Esta é a primeira evidência da existência de crânio-chávena manufacturados no Reino Unido, já que exemplos arqueológicos dos detalhes desta prática são extremamente raros. O diário «The Daily Telegraph» aponta, na edição de hoje, a descoberta como “a primeira evidência de massacres ritualísticos no país”.
Uma das chávenas adultas fará parte de uma exibição no museu londrino, a partir do próximo dia 1 de Março. Fazer recipientes a partir de crânios humanos pode parecer horrível, mas a prática já era conhecida e documentada do tempo dos Vikings e Citas.
No entanto, segundo os avanços dos paleontólogos do museu, o canibalismo não parece ter sido o propósito principal para a transformação dos crânios. Os ossos mostram cortes precisos com o objectivo de extrair a máxima quantidade de carne das vítimas.
Naquela época, os humanos já tinham aprendido a enterrar os mortos, o que significa que os restos descobertos são resultado de práticas canibais. Segundo Chris Stringer, investigador da instituição que se dedica ao estudo dos crânios, “o canibalismo era seguramente um bom método para eliminar grupos rivais e conseguir comida". "O mais sinistro é que essas pessoas eram caçadoras parecidas com seres humanos actuais. Fazer ferramentas e pintavam nas cavernas. Sepultavam os mais chegados, não os devoravam e tratavam os seus mortos com reverência", acrescentou Stringer.
Os investigadores ressalvam que os ossos humanos mostram claros sinais de carnificina, implicando que foram limpos pela sua carne. A medula foi esmagada antes de as cabeças serem transformadas em louça e não há nenhuma sugestão que indique que as chávenas são troféus feitos dos restos de inimigos mortos.

In http://www.cienciahoje.pt

quinta-feira, 24 de março de 2011

Descoberto navio do capitão que inspirou o romance «Moby Dick»

CiênciaHoje , 2011-02-14


Two Brothers é o primeiro baleeiro norte-americano de Nantucket encontrado no fundo do mar
Arqueólogos encontraram âncora e diversos objectos do navio Two Brothers (créditos: NOAA)
(imagem: adaptação de Leonel Salvado)

Numa investigação rara, uma equipa de arqueólogos subaquáticos norte-americanos descobriu o baleeiro Two Brothers, cujo capitão George Pollard Jr. inspirou o famoso romance «Moby Dick», de Herman Melville. Os arqueólogos da agência governamental National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) encontraram o navio de Nantucket (histórico porto baleeirodos EUA, em Massachusetts), ao largo do recife French Frigate Shoals, em águas pouco profundas, a 965 quilómetros de Honolulu.

De referir que todos os navios baleeiros de Nantucket desaparecem – afundados ou destruídos – excepto o Charles W. Morgan, que pode ser visto no Museu Mystic Seaport, em Connecticut.
Antes de ser capitão do Two Brothers, George Pollard Jr. tinha capitaneado o baleeiro Essex, abalroado e afundado por uma baleia no Pacífico Sul, em 1820. Essa famosa história inspirou o escritor Herman Melville, que conhecia bem a caça à baleia, tendo percorrido o Pacífico a bordo do baleeiro Acushet, a escrever o «Moby Dick», em 1851.
A NOAA afirmou já que esta é a primeira descoberta de um baleeiro de Nantucket afundado. Entre os artefactos achados encontram-se duas âncoras, três panelas de ferro usado para derreter a gordura da baleia, restos de armamento, pontos de arpões, lanças de caça e utensílios de cozinha.
Os artefactos encontram-se na área protegida intitulada Monumento Nacional Marinho Papahānaumokuākea, facto importante para o material se ter preservado até agora, como afirmou o arqueólogo marinho líder da expedição Kelly Gleason.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47429&op=all

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Alterações climáticas na origem da queda do Império Romano

Um estudo intensivo aos anéis de crescimento das árvores, nomeadamente carvalhos, publicado na revista Science, revelou que pode haver uma ligação entre a ascensão e queda de civilizações e as súbitas alterações climáticas.
O estudo, divulgado pela BBC, foi realizado por uma equipa de investigadores que baseou as suas pesquisas em nove mil artefactos de madeira dos últimos 2500 anos.
De acordo com a BBC, os investigadores descobriram que os períodos quentes e húmidos coincidiram com épocas de prosperidade, enquanto os períodos de tumulto político ocorreram em fases de instabilidade climática.
“Olhando 2500 anos para trás, há exemplos de mudanças climáticas que tiveram impacto na história humana”, disse à Science o co-autor do estudo, Ulf Buntgen, paleoclimatólogo do Instituto Federal Suíço de Investigação em floresta, neve e paisagem.

Extraído de http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1475639

Mais:

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-12186245

http://www.sciencemag.org/content/early/2011/01/12/science.1197175

http://www.buentgen.com/

sábado, 29 de janeiro de 2011

Primeiras viagens marítimas dos humanos podem ter acontecido há 130 mil anos atrás

Por Natasha Romanzoti em 4.01.2011

Os achados encontrados por arqueólogos gregos e americanos nas grutas de Plakias

Arqueólogos descobriram o que pode ser evidência de uma das primeiras viagens através do mar feitas por ancestrais humanos na ilha de Creta.
Creta está separada do continente há cerca de cinco milhões de anos. Quando especialistas gregos e americanos encontraram machados e outras ferramentas brutas, provavelmente com 130.000 a 700.000 anos de idade, próximas a abrigos na costa sul da ilha, isso sugere que quem fez essas ferramentas deve ter viajado para lá via marítima (uma distância de pelo menos 65 quilômetros).

Primeiros Homo sapiens e Neandertais tinham a mesma esperança de vida

Ciência Hoje, 2011-01-12


Neandertais e Homo sapiens teriam a mesma experiência de vida

Estudo contradiz teoria que defendia extinção dos Neandertais por morrerem mais cedo

“A esperança média de vida dos primeiros Homo sapiens e dos Neandertais era semelhante, revela um estudo dirigido por Erik Trinkaus, da Universidade de Washington (EUA) e publicado agora na «Proceedings of National Academy of Science». Os investigadores fizeram um estudo comparativo de fósseis de ambas as espécies que coexistiram durante 150 mil anos em várias regiões da Europa e da Ásia e que, segundo as mais recentes investigações chegaram a cruzar-se.
A equipa não teve muito material para analisar, mas foi o suficiente para perceber que existiam quase os mesmos números de fósseis de adultos entre 20 e 40 anos e de maiores de 40, tanto entre os Homo sapiens como entre os Neandertais.”

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Adega com 6100 anos encontrada na Arménia

Vestígios mais antigos de produção de vinho encontrados até agora

2011-01-11
A uva encontrada pertence à espécie ainda hoje mais utilizada para fazer vinho
(créditos: Gregory Areshian)

A unidade de produção de vinho mais antiga até agora conhecida foi descoberta numa gruta da Arménia por uma equipa de arqueólogos da Universidade de Califórnia (Los Angeles, EUA). O sítio tem 6100 anos, mais 1000 anos, aproximadamente, do que a anteriormente conhecida, no Egipto.
A gruta onde foi achada esta “adega” pré-histórica situa-se na província Vayotz Dzor, que faz fronteira com o Irão e a Turquia, o mesmo sítio onde no passado mês de Junho se encontrou o sapato mais antigo conhecido, com 5500 anos. O responsável pelas escavações, Gregory Areshian, afirma que pela primeira vez é possível ter uma imagem arqueológica completa do processo de elaboração do vinho.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Coprólitos - excrementos preciosos

Ei, cuidado para não pisar no COPRÓLITO!

Por Karllapatricia, a 07 Janeiro 2011

Vamos nos imaginar hoje sendo paleontólogos. Sim, aqueles pesquisadores que estudam as espécies de vida que já existiram no planeta, a partir de seus fósseis. Quem nunca se interessou pela história dos dinossauros, ou dos nossos ancestrais humanos? Ou nunca se perguntou como se forma um fóssil, como se determina sua idade, em que região teria vivido? E sobre as diversas teorias da evolução? Sendo um paleontólogo qual seria seu primeiro passo? Procurar pegadas que de alguma forma se fossilizaram? Ossos com milhares de anos? Bom, saibam que alguns desses profissionais se especializam a vida inteira em buscar os excrementos fossilizados de animais. É isso mesmo gente, o cocô, que recebe o charmoso nome de COPRÓLITO!

As descobertas arqueológicas e científicas mais importantes de 2010

Transcrição
A revista Archeology, pertencente ao Instituto de Arqueologia dos Estados Unidos, publicou uma lista com as 10 principais descobertas de 2010, conforme relacionadas abaixo:

1. A tumba de Hecatômno em Milas, no sudeste da Turquia, pertencente ao século IV a.C.
2. Ferramentas de pedra do Paleolítico, encontradas na ilha de Creta na Grécia, que datam de 130.000 a 700.000 anos atrás.
3. A tumba real de El Diablo em El Zotz, a maior metrópole maia descoberta até o momento, localizada na região florestal de Petén na Guatemala.
4. As antigas pirâmides da província peruana de Jaen, com pelo menos 2.800 anos de antiguidade.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Algumas das mais bizarras e intrigantes descobertas arqueológicas


As 9 mais bizarras e controversas descobertas arqueológicas da história
Por Zitos

Muitas descobertas estranhas arqueológicas já foram feitas na história moderna. Centenas de artefatos foram descobertos que confundiram cientistas e desafiou a visão moderna da história. Muitos desses objetos foram achados fora de lugar ou anacronismos. Estas descobertas são sempre controversas e a comunidade científica é extremamente seletiva no que eles aceitam como fato consumado. Cada objeto desta lista tem sido acusado de ser um embuste elaborado. Em muitos casos, uma conspiração é a única explicação, sem uma reformulação ampla do mundo e dos livros de história. Esses artefatos contam histórias de civilizações antigas, pré-colombianas, contratos trans-oceânicos, e misteriosos avanços tecnológicos. Muitas dessas descobertas arqueológicas desafiam a teoria científica da evolução, assim como muitas crenças religiosas.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Os últimos avanços da ciência sobre Tutankhamon

Tutankhamon, o 10.º faraó da XVIII dinastia do império egípcio, filho de Akhenaton e de uma esposa secundária deste, o que se presume, nasceu cerca 1341 a. C. e faleceu em 1324 da mesma era. Governou apenas 9 anos, desde 1333 até à sua morte, na adolescência. A descoberta da sua câmara funerária, em Novembro de 1922, por Howard Carter em 1922, praticamente intacta, o que é considerado ainda hoje um caso raro entre as sepulturas reais encontradas, logo se afigurou como uma das mais extraordinárias descobertas arqueológicas do século XX, quiçá de todos os tempos, transformando a sua figura numa das mais fascinantes na imaginação moderna. Para este fascínio, ainda vigoroso, concorre evidentemente o facto de ele ter morrido tão precocemente. Durante cerca de 85 anos, preocupação de arqueólogos e cientistas foi desvendar o mistério da sua morte. Aventaram-se, através de autópsias e raio-X, as mais variadas explicações, desde a hipótese de ter sido vitimado por uma tuberculose, de um homicídio ou de um acidente. Contudo, a mais corrente explicação era a que se referia a uma queda fatal de uma carruagem enquanto caçava no deserto. Apesar de todas as experiências nela efectuadas ao longo desses anos a múmia de Tutankhamon foi mantida à distância dos olhares do público, até que em 2007 ela foi, finalmente exposta em tudo o que restava da sua constituição orgânica no Vale dos Reis, no Egipto. Entretanto a Ciência já vinha podendo finalmente avançar com novas investigações e procurar responder a duas das questões que se podem colocar a respeito deste enigmático faraó que faleceu aos dezassete anos de idade: Qual foi a causa da sua morte? Qual teria sido o seu aspecto, o seu rosto em vida? São as propostas avançadas pela investigação científica mais recente a essas questões que vamos submeter ao juízo dos leitores com base nas “Notícias com História” que se seguem.
Imagem: http://www.ideiasolta.net/blog/?p=290

domingo, 19 de dezembro de 2010

Tragédia do World Trade Center revela achado arqueológico


World Trade Center «escondia» navio do século XVIII

Maior descoberta arqueológica em Nova Iorque desde 1982
Ciência hoje, 2010-07-16

No local onde, até 11 de Setembro de 2001, estava edificado o World Trade Center (WTC), foram encontrados vestígios de um navio de quase dez metros de comprimento que os especialistas pensam ser do século XVIII e que deverá ter afundado nesse local de Nova Iorque, antes de a cidade ter sido ampliada em direcção ao rio Hudson.
Os vestígios da embarcação foram descobertos na terça-feira pelos trabalhadores que retiravam os escombros do Ground Zero e estavam enterrados a uma profundidade entre seis e nove metros abaixo do nível do chão.