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domingo, 13 de maio de 2012

13 de Maio – Dia da Celebração de Nossa Senhora de Fátima



Nossa Senhora de Fátima  (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu repetidamente a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917 que representa o final de um ciclo de aparições marianas iniciada em França.
Com a divulgação da “mensagem de Fátima” a sua devoção espalhou-se pelo mundo, quer sobre a forma de santuários ou simples altares, quer através da criação de institutos e congregações religiosas, em Moçambique, Argentina, Guatemala, Índia, Porto Rico, Itália, Brasil, África do Sul, Espanha, Israel, Nigéria, Luxemburgo e Venezuela.

Para aceder a uma síntese histórica das circunstâncias que rodearam as aparições da Virgem Maria aos três pastorinhos, da interpretação da sua mensagem ao Mundo, através destes, e a outros estudos dedicados a este fenómeno religioso, consulte a “Wikipédia, a enciclopédia livre”, AQUI.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Festa da Sagrada Família no Vaticano

Papa lamenta atentados contra os cristãos

Por Vera Luza, 27-12-2010

«Foi com grande tristeza que tomei conhecimento do atentado a uma igreja católica das Filipinas, quando se celebrava o rito do Natal, como também do ataque a igrejas cristãs da Nigéria. E também noutras partes do mundo, como no Paquistão, a terra voltou a ser manchada de sangue», lamentou o Papa.
Bento XVI falava, ontem perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de S. Pedro, no Vaticano, para a tradicional celebração da Sagrada Família.
«Neste dia em que celebramos a Sagrada Família, que viveu a dramática experiência de ter que fugir para o Egipto por causa da fúria homicida de Herodes, recordemos também todos os que - em particular as famílias que são constrangidas a abandonar as próprias casas por causa da guerra, da violência e da intolerância», disse.
O Papa referia-se aos atentados ocorridos no dia de Natal, nas Filipinas e na Nigéria; e juntamente com os seus pêsames, renovou um apelo a que se abandone o caminho do ódio.
«Desejo exprimir as minhas sentidas condolências pelas vítimas destas violências absurdas e renovo uma vez mais o apelo a abandonar o caminho do ódio para encontrar soluções pacíficas dos conflitos e para dar segurança e serenidade às queridas populações», lê-se na reportagem da Rádio Vaticano.
Na sua alocução antes da oração do Angelus, Bento XVI falou da Sagrada Família, convidando a contemplar o Menino Jesus no presépio, objecto do afecto e das atenções dos seus pais, Maria e José, que O acolheram também no seu coração. «Confiemos a Nossa Senhora e a São José todas as famílias, para que não desanimem perante as provações e dificuldades, mas cultivem o amor conjugal e se dediquem confiadamente ao serviço da vida e da educação», pediu.
«Jesus nasceu num estábulo, tendo como berço uma manjedoura, mas o amor de Maria e de José fizeram-lhe sentir a ternura e beleza de sermos amados», recordou.

In Jornal da Madeira On line - http://www.jornaldamadeira.pt/

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

História do Natal digital

Trata-se da “História da Natividade contada no século XXI”, isto é que alguém resolveu contar de uma forma inédita e divertida, utilizando os recursos da Internet, redes sociais e smartphones. Já foi publicada por Sérgio Morais, no passado dia 10 de Dezembro, nos blogues Notícias de Valpaços e Histórico-filosóficas. VALE A PENA Ver!

Carregado por ExcentricPT, a 6-12-2010

Para quem aprecie mais as curiosidades sobre o Natal contadas pela forma tradicional, sugerimos que clique sobre a imagem seguinte.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Dia de São João

Amanhã é dia de S. João. São João é um dos Santos mais populares na Europa, em geral, e o mais popular em Portugal, onde na data de 24 de Junho são celebrados grandiosos festejos, sobretudo no Norte do país e de um modo especial nas cidades de Braga e Porto, onde essa tradição festiva, com origem nos antigos rituais pagãos do solstício do Verão, continua a ser a mais conhecida e a mais concorrida de entre as demais festividades que também são feitas em sua honra em outros locais. Sentimo-nos no dever de recordar que, no concelho de Valpaços, São João é orago das freguesias de Ervões e Fornos do Pinhal e que nas mesmas freguesias se realizam, no dia 24 de Junho, animadas festas em seu louvor. Também nesta data se realizam festas e romarias dedicadas a S. João nas freguesias de Friões e S. João da Corveira. Nestas aldeias, para além das cerimónias e actividades religiosas e, eventualmente, do fogo-de-artifício, também não faltam as tradicionais sardinha assada e  caldo-verde.

Mas quem foi, exactamente, este São João, que é assim festejado? Trata-se de S. João Baptista que não deve ser confundido com S. João Evangelista.

domingo, 13 de junho de 2010

Hoje é dia de Santo António

Santo António de Lisboa
Era um grande pregador
Mas é por ser Santo António
Que as moças lhe têm amor.

Fernando Pessoa
(que nasceu no dia de Santo António, em Lisboa)
In http://impensavel.blogspot.com/2008/06/

É um dos santos portugueses mais populares, o mais querido e festejado a 13 de Junho em Lisboa, feriado instituído em sua honra, com retalhos de uma vida passada nesta cidade, em Coimbra mas também Pádua, cidade italiana cujos habitantes costumam reclamar a naturalidade de Santo António. Na Itália, no Brasil e até em Portugal Santo António é venerado como o «santo casamenteiro», protector dos noivos e o santo mais recorrente pelos fiéis que procuram recuperar coisas perdidas. A 13 de Junho ele é venerado, além de Lisboa, em outras 13 cidades e vilas do país, quer por ser delas também padroeira (mais raramente), como acontece no Norte em Vila Real (feriado municipal) e em Vila Nova de Famalicão, quer por ser um dos santos mais populares e festejados. Também em várias localidades do concelho de Valpaços este Santo Universal é tradicionalmente honrado com festas e romarias, na mesma data de 13 de Junho, assim em Fornos do Pinhal, em Friões, em Silva, localidade anexa à freguesia de Carrazedo de Montenegro e em Vilarandelo. O mesmo sucede em Santa Valha, em cada 3º Domingo de Janeiro.



Hagiografia

Desde 1140 que D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, tentava a conquista de Lisboa aos Mouros, feito que só teve êxito sete anos depois, em 1147, depois de prolongado cerco imposto aos aguerridos Almóadas e com o oportuno apoio dos Cruzados, em número treze mil (grande exército de homens cristãos que vieram do Norte da Europa, rumo à Terra Santa, para expulsarem os Muçulmanos. Usavam uma cruz de pano como insígnia, daí o seu nome. Houve oito Cruzadas desde 1096 a 1270).

Lisboa era pois uma cidade recém-cristã, quando na sua catedral foi a baptizar o menino Fernando Martins de Bulhões – Santo António, filho da fidalga D. Teresa Tavera, descendente de Fruela, rei das Astúrias e de seu marido Martinho ou Martins de Bulhões. Há dúvidas quanto ao apelido do pai, bem como se era ou não descendentes de cavaleiros celtas. Sabe-se sim que D. Teresa nascera em Castelo de Paiva e o marido numa terra próxima. Viviam em casa própria no bairro da Sé quando o recém-nascido veio a este mundo, no ano de 1145, embora alguns apontem como data de nascimento 1190 ou 1191.

Fernando frequentou a escola da Sé e até aos 15 anos viveu com os pais e com uma irmã de nome Maria. Aos 20 anos professou nos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em Lisboa, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Nesta ordem monástica prosseguirá os seus estudos teológicos.

Rumou a Coimbra ao mosteiro de Santa Cruz, onde tinha à sua disposição a melhor biblioteca monacal do País. Nesse tempo era a abadia de Cluny, em França, que possuía uma das maiores bibliotecas da Europa, com um total de 570 volumes manuscritos, porque ainda não tinha sido inventada a imprensa. Aqui em Coimbra, sendo já sacerdote toma o hábito de franciscano, em 1220. Segundo os seus biógrafos, Santo António terá lido muito, e não foi por acaso que se tornaria pregador.

O mundo cristão vivia intensamente a época das Cruzadas. A chamada «guerra santa» desencadeada contra o Islão. E da parte dos Muçulmanos dava-se a inversa, luta contra os cristãos. Ambos acreditavam que a fé os levaria à vitória. De Oriente a Ocidente os exércitos batalham, e neste turbilhão surgem novas formas de espiritualidade. Em 1209 Francisco de Assis (S. Francisco) abandona o conforto e luxo da casa paterna, para, com outros companheiros, se recolher numa pequena comunidade, dando origem a uma nova reflexão sobre a vivência do Evangelho. É a aproximação à Natureza, à vida simples e à redescoberta da dignidade da pobreza preconizada pelos primeiros cristãos. Em poucos anos, homens e mulheres, alguns ainda bem jovens e filhos de famílias abastadas e poderosas sentem-se atraídos por esta vida de despojamento e sacrifício, com os olhos postos no exemplo de Cristo.

A Portugal também chegaram ecos deste novo misticismo. Em Janeiro de 1220 são degolados em Marrocos, pelos muçulmanos, cindo frades menores (franciscanos) e todo o mundo cristão sofre um enorme abalado. A própria Clara de Assis (Santa Clara), praticamente da mesma idade que Santo António (nasceu em 1193 ou 1194) vai querer partir para Marrocos para converter os sarracenos, mas Francisco de Assis seu amigo de infância e seu orientador espiritual não lho permite.

Por cá o nosso futuro Santo António, já ordenado padre, decide mudar de Ordem religiosa e também ele passa a envergar o hábito dos franciscanos. È nesta ocasião que muda o nome de baptismo de Fernando para António e vai viver com outros frades no ermitério de Santo Antão (ou António) dos Olivais, na altura um pouco afastado de Coimbra, nuns terrenos doados por D. Urraca, mulher do rei D. Afonso II.

Em meados de 1220 chegam, com grande pompa religiosa, ao convento de Santa Cruz de Coimbra, as relíquias dos mártires de Marrocos e esse acontecimento vai ser decisivo no rumo da vida de Santo António. Parte para Marrocos, sentindo também ele que é chamado a participar na conversão dos chamados infiéis. Porém adoece gravemente e não podendo cumprir aquilo a que se propunha, teve de embarcar de regresso a Lisboa. Só que o barco é apanhado numa tempestade e o Santo vê o seu itinerário alterado ao sabor de uma vontade superior. Acaba por aportar à Sicília num período de grandes conflitos armados entre o Papa Gregório IX e o rei da Sicília, Frederico II. Relembra-se que várias regiões do que é hoje a Itália unificada eram reinos independentes e este ambiente de guerras geradoras de insegurança e perigos.

Em Maio de 1221 os franciscanos vão reunir-se no chamado Capítulo Geral da Ordem, onde Santo António está presente. No final os frades regressam às suas comunidades de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de oração, cabe também tratarem das tarefas domésticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande modéstia daquele estrangeiro (Santo António) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos. Findo aquele período de reflexão, como que um noviciado, os frades franciscanos são chamados à cidade de Forlì para serem ordenados e Santo António é escolhido para fazer a conferência espiritual. E começa a falar. Ninguém até ali percebera até que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua fé e os seus dotes oratórios eram invulgares.

Pelo que se sabe quando começou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pragador da palavra de Cristo. Percorrerá diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225. Por sugestão do próprio São Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse.

Quando S. Francisco morre, em 1226, Santo António vai viver para Pádua. Aqui vai começar por fazer sermões dominicais, mas as suas palavras tão cheias de alegorias eram de tal modo acessíveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e casa vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multidões que não param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e é escutado por mais de 30 mil pessoas. É um caso raro de popularidade. A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. Os rapazes de Pádua têm mesmo que fazer de guarda-costas do Santo português tal a multidão à sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como uma relíquia.

O bispo de Óstia, mais tarde papa com o nome de Alexandre IV, pede-lhe que escreva sermões para os dias das principais festas religiosas que eram já muitas na época. Mais tarde seria este papa a canonizá-lo. Santo António assim faz. São hoje importantíssimos esses documentos escritos, porque Santo António com pregador escreveu pouco. Apenas lhe são atribuídos Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230).

Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para Pádua onde queria morrer, mas foi na trajectória, num pequeno convento de Clarissas, em Arcela, que Santo António «emigrou felizmente para as mansões dos espíritos celestes». Era o dia 13 de Junho de 1231.

Depois, como é sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se não completara um ano sobre a sua morte. Caso único na história da Igreja Católica. Já que nem São Francisco de Assis teve tal privilégio.

Os santos como Santo António, há muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em mármore verde em Pádua, na igreja de Santo António é o tributo do povo que o amou e é muito mais do que um lugar de peregrinação e de oração. Através dos séculos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e Pádua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um português que pregou a fé e morreu em Pádua. Como todos os santos é universal.

Por Maria Luísa V. Paiva Boléo, Santo António, Retalhos da Vida de um Pregador, in http://www.leme.pt/biografias/santos/santoantonio/

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dia de Corpo de Deus

transcrição
O Significado e a origem da celebração
Corpo de Deus é uma exultação popular do significado de Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia.
A celebração da festa do corpo de Deus, ou Corpus Christi, hoje em dia também chamado de festa do corpo e sangue de Jesus, coloca-nos diante de um grande mistério, pois não o entendemos e não o explicamos; somente vemos e degustamos o pão, uma mistura de farinha e água. É a nossa fé que nos leva a declarar que no pão e no vinho sobre o altar está o Cristo. É Cristo vivo, presente, mas mistério; razão pela qual sempre nas celebrações dizemos: eis o mistério da nossa fé.
Realmente é um grande desafio renunciar a compreender esse mistério, desistir de explicá-lo. Exige de nós um profundo acto de humildade e de confiança, uma vez que, com simplicidade de coração, aceitamos, cremos e declaramos a presença real de Cristo no pão e no vinho.
A festa do corpo e sangue de Cristo celebra-se sempre numa quinta-feira para fazer referência à Quinta-feira Santa, dia da instituição da Eucaristia, dia da entrega de Cristo a nós num gesto de amor infinito. É, com certeza, o grande gesto de amor de Deus, de um Deus que nos ama de tal modo que quis permanecer connosco nesta forma tão simples e até desconcertante.
Foi no século XIII que se sentiu fortemente a necessidade de ressaltar esta festa, devido à importância da presença de Cristo em forma de pão e de vinho, forma tão humana, mas ao mesmo tempo tão rica de simbolismo. Foi o papa Urbano IV que institui a comemoração da festa do Corpo de Deus, no ano 1264. No início, ela não teve muita repercussão no interior da Igreja, pois logo após a sua instituição o papa morreu, porém, aos poucos, foi tomando força e, hoje, é celebrada com muita solenidade e em todo o mundo.
O sacramento da Eucaristia é levado às ruas como um gesto e expressão de fé, ao mesmo tempo como convite à renovação da fé; são os cristãos que manifestam sua adesão a Jesus Cristo presente na forma permanente de pão; manifestam seu reconhecimento a esta amorosa presença no meio de nós, que permanece silenciosa no sacrário ininterruptamente em nossos templos.
Padre Francisco Bianchini, in http://www.arazao.com.br/2009/06/06/

A celebração em Portugal

É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório participar da Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.
A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canónico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (cân. 395).
Em todas as 20 dioceses de Portugal fazem-se solenes procissões a partir da igreja catedral, tal como em muitas outras localidades, que são muito participadas. Estas procissões atingem o seu esplendor máximo em Braga, Porto e Lisboa.
Ordenada por D. Dinis, a festa do Corpus Christi começou a ser celebrada em 1282, embora haja referências à sua comemoração desde os tempos de Dom Afonso III. Em Portugal a festa de longa tradição era antigamente celebrada com danças, folias, e procissões em que sagrado e o profano se misturavam. Representantes de várias profissões, carros alegóricos, diabos, a serpe, a coca, gigantones, ao som de gaitas de foles e outros instrumentos desfilavam pelas ruas. Das danças dos ofícios, em Penafiel ainda se celebra o baile dos ferreiros, o baile dos pedreiros e o baile das floreiras.
Esta celebração tem uma conotação muito forte no Minho, particularmente em Monção e em Ponte do Lima. Em Ponte de Lima a tradição d´O Corpo de Deus perdura já há vários séculos. O Corpo de Deus é celebrado no 60º dia após a Páscoa, ou mais correctamente na Quinta-feira que se segue ao Domingo da Santíssima Trindade (que por sua vez é o primeiro Domingo a seguir ao Pentecostes) seguindo a norma canónica. A diferença prende-se ao facto de no dia posterior ao feriado nacional, se realizar uma celebração, própria e exclusiva da vila, tendo sido decretado desde 1977 feriado para todos os Limianos. As celebrações do Corpo de Deus realizam-se durante todo o dia, sendo os Limianos presenteados com uma procissão da parte da manhã e outra da parte da tarde em volta da vila e uma missa para todos os habitantes do Concelho no próprio dia, sempre ao meio dia (12h00), na Igreja Matriz.
Em Braga, é também tradição desde 1923 a presença maciça de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas - Escutismo Católico Português, pois foi nessa procissão que os mesmos se apresentaram em público naquele ano.
In Wikipédia.org, categoria: Corpus Christi

Nota editorial: No concelho de Valpaços, assume particular curiosidade o facto de a celebração do Corpo de Deus se fazer, na freguesia de Curros, nos primeiros Domingos de Junho, na forma de concorrida festa religiosa, com igual solenidade que costuma caracterizar as três restantes festividades ligadas às devoções de São Miguel (orago), Santa Bárbara e Nossa Senhora da Purificação.
Imagem: in http://regiaodocastelo.blogspot.com/2009/06/corpo-de-deus.html