sexta-feira, 26 de outubro de 2012

102.º Aniversário do nascimento do Dr. Olímpio Seca

Por Leonel Salvado
Homenagem da População de Vilarandelo | in http://botarabocanotrombone.blogspot.pt


No dia 25 de Outubro de 1910 nasceu em Vilarandelo, freguesia do concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, no seio de uma família de moderados recursos, Olímpio Astério dos Santos Seca que ainda é recordado com carinho, saudade e merecida veneração como “o médico dos pobres”. Foi um dos dois filhos do segundo casamento de António Manuel dos Santos Seca com Maria Nogueira de Melo. O nome de seu pai ainda hoje se guarda na memória dos vilarandelenses como respeitável homem de negócios que fazia regulares viagens à cidade do Porto.
Tendo sido neto paterno de José Manuel dos Santos Seca, nascido em 1825, e de Maria Teixeira, e bisneto de João Baptista Gonçalves da Seca, supostamente ferreiro de profissão, nascido em 23 de Agosto de 1799 na freguesia de Babe, concelho e distrito de Bragança, e de Maria Martins, natural de Grijó de Parada, do mesmo concelho e distrito, onde este casal viveu, o Dr. Olímpio Seca deu continuidade a um dos numerosos ramos da antiga família transmontana dos “Secca”, cujas gerações anteriores àquele seu bisavô foram todas naturais do distrito de Bragança, repartindo-se entre Babe (mais representativamente) e Caravelas e cujo mais remoto representante conhecido foi seu sexto-avô Domingos Gonçalves da Secca, nascido na primeira destas duas localidade no ano de 1640. Posto que este Domingos Gonçalves «é o primeiro “secca” que aparece em todas as pesquisas efectuadas e com uma descendência muito bem definida», os genealogistas ligados à família admitem a possibilidade de os “Secca” serem originários de Itália (Família Secca | http://www.secca.info/).
O Dr. Olímpio dos Santos Seca faleceu no dia 21 de Outubro de 1983

O “médico dos pobres”
São inúmeras as referências que fazem jus a este conhecido epíteto atribuído do Dr. Olímpio Seca, tanto as que nos ficaram dos discursos proferidos em cerimónias públicas realizadas em sua homenagem, como as que têm vindo a ser publicadas em vários meios de informação e comunicação impressa ou digital, sob a forma de “memórias locais”, como ainda as que ressaltam da espontânea oralidade popular, na qual, a propósito de tal cognome, há sempre uma comovente e admirável história para contar.
Fez a instrução primária na terra que o viu nascer, ingressando depois no Colégio de Lamego, onde obteve a sua formação no Ensino Secundário, prosseguindo os seus estudos no Curso de Medicina da Universidade do Porto até à sua licenciatura no ano de 1937.
Começou por se estabelecer e exercer a profissão médica na sua terra natal, instalando aqui um consultório particular que escassos proventos financeiros lhe proporcionaram, devido aos parcos recursos económicos da população que a ele recorria em momentos de extrema aflição. Muitos dos pacientes, ao que parece, nem sequer possuíam condições para se deslocarem ao seu consultório, pelo que em muitos casos sucedeu ser o próprio médico quem, desde jovem, foi ao encontro deles nas localidades circunvizinhas, deslocando-se a pé, a cavalo e, quando se tornou possível, no seu próprio automóvel. Nesta penosa experiência assumida como um dever pessoal, reflectiam-se já os traços essenciais da sua benigna personalidade, que manteve durante o resto da sua vida e ainda ecoa na Memória Colectiva da população do concelho de Valpaços.
Em 1945 começou a exercer a mesma profissão na Casa do Povo de Vilarandelo e em 1950 no Hospital da Misericórdia de Valpaços. Coube-lhe então tomar, com singular dedicação e conhecida satisfação, as melhores diligências no sentido de que aí funcionassem os necessários serviços de cirurgia, começando por convidar um conceituado cirurgião portuense, Gomes de Almeida, para assegurar essa responsabilidade. Mais tarde conseguiu, com o mesmo fim, que o cirurgião Mário Rafael e o anestesista Caiado Ferrão, ambos ao serviço do Hospital de Mirandela, se deslocassem com regularidade ao Hospital de Valpaços. O Dr. Olímpio Seca foi também médico das Casas do Povo de Rio Torto, Vales e Zebras.
Em 1975 foi Presidente da Câmara de Valpaços. Porém, o que dele mais ressalta na memória colectiva da população do concelho é o facto de ter dedicado toda a sua vida à protecção e amparo das populações mais carenciadas de cuidados médicos e é em memória dessa “Cruzada” que “o médico dos pobres” tem vindo a receber as mais justas homenagens da parte dos poderes instituídos que representam essas populações, consagrando-o na toponímia urbana, assim em Vilarandelo, em cujo largo da feira se erigiu, em 1985, um busto comemorativo, e em Valpaços com a criação de uma praça com o seu nome e idêntico monumento invocativo. Mais recentemente, o I Centenário do seu nascimento foi celebrado em Vilarandelo.

Para rever mais detalhes biográficos e genealógicos sobre esta figura memorável da história de Valpaços editados neste blog por ocasião do I Centenário do seu nascimento, clique 
AQUI. 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

214.º Aniversário do nascimento de D. Pedro IV


Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, foi o primeiro Imperador do Brasil (D. Pedro I) e o 28.º Rei de Portugal (D. Pedro IV), o 7.º da dinastia de Bragança. Nasceu em Queluz no dia 12 de Outubro de 1798 e faleceu no mesmo local em 24 de Setembro de 1834.
Para mais informações sobre este monarca divulgadas aqui no CHV por ocasião do 212.º do Aniversário do seu nascimento, clique na imagem.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

72.º Aniversário do nascimento de John Lennon


John Lennon comemoraria hoje os 72 anos de vida, não fora o seu trágico fim que ocorreu em Nova Iorque há quase 32 anos. Em Homenagem a e este  saudoso extraordinário músico, compositor e ecritor...

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Porque hoje é 5 de Outubro…


Decorridos dois anos sobre o I Centenário da implantação de República em Portugal, cumpre rever o sentido comemorativo desta efeméride, que já teve melhores dias, recordando algumas das várias perspectivas em que o seu significado histórico foi abordado:

- O que representa o 5 de Outubro de 1910 na História de Portugal? Para rever as actividades desenvolvidas no meio escolar em Valpaços por ocasião da celebração do Centenário do evento clique AQUI.

- Como era a vida em Portugal há 100 anos? Para rever uma curiosa “notícia com História” relacionada com a mesma efeméride, publicada no jornal “O Sábado” por Nuno Thiago Pinto e divulgada, pela mesma data, também aqui no Clube de História de Valpaços, clique AQUI.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

542.º Aniversário do nascimento de D. Isabel de Aragão e Castela, rainha de Portugal


Celebram-se amanhã os 542 anos do nascimento da 16.ª rainha de Portugal, de triste memória. 

Para rever uma súmula da sua desafortunada história, publicada aqui no Clube de História de Valpaços por ocasião do 540.º Aniversário do seu nascimento, clique na imagem.

sábado, 29 de setembro de 2012

É dia de São Miguel Arcanjo


Trata-se de um dos mais antigos santos de grande veneração na Igreja católica, celebrado liturgicamente, a par de São Gabriel, nesta data de 29 de Setembro e cujo culto passou da tradição judaica para a Cristandade ocidental bem como para o islamismo, onde também é venerado.
Para rever no Clube de História de Valpaços alguns breves tópicos de relevância universal e local (no concelho de Valpaços) acerca da devoção a São Miguel Arcanjo, clique na imagem.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

147.º Aniversário do nascimento de D. Amélia de Orleães, rainha de Portugal

Por Leonel Salvado

Um dos retratos de D. Amélia no livro de Isabel Stilwel
 in http://gomes-alexandria.blogspot.pt

D. Maria Amélia Luísa Helena de Orleães nasceu em Twickenham, Inglaterra, do dia 28 de Setembro de 1865 e faleceu em Chesnay, França, da data de 25 de Outubro de 1951. Foi a última rainha de facto em Portugal e o único membro da família real portuguesa exilada após a implantação da República, suportando as quatro décadas desse doloroso exílio em Inglaterra e em França onde, após as agruras da Segunda Guerra Mundial, viria a falecer.
Apesar de todos os infortúnios a que foi sujeita desde o regicídio de 1 de Fevereiro1908 em Portugal, conservou até ao fim da sua vida o mesmo sentimento de afecto pela Nação na qual, enquanto rainha, deixou memoráveis provas desse mesmo sentimento e à hora da sua morte avultaram entre as suas últimas palavras as que compõem a seguinte declaração: “quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal”. Na verdade, tornando-se rainha de Portugal em 1889 (após a morte de D. Luís I) por via do seu casamento com o príncipe herdeiro, D. Carlos, celebrado três anos antes, serviu-se dessa posição, da sua invulgar elegância, formação cultural e da sua natural coragem, determinação e benignidade, para erradicar todos os males que afligiam os portugueses nessa época, em particular a pobreza e a tuberculose. Para isso fundou inúmeras instituições de assistência social e médica, tais como  cozinhas económicas, creches, dispensários, lactários populares e sanatórios. A ela se deve também a criação de importantes institutos em Portugal que ainda hoje existem – O Instituto de Socorros a Náufragos, fundado em 1892, o Instituto Pasteur, do qual deriva o actual Instituto Bacteriológico de Câmara Pestana, e a Assistência Nacional aos Tuberculosos, em 1899.
Embora nunca tivesse recuperado da amargura que sobre ela se abateu devido ao já mencionado regicídio e não tenha chegado a usufruir do asilo político que o governo de Oliveira Salazar lhe ofereceu durante a sua estada na França ocupada, no decurso da Segunda Guerra Mundial, regressou finalmente a Portugal no dia 8 de Junho de 1945, visitando entre outros locais o Santuário de Fátima. Após essa curta visita voltou a França, recolhendo-se na sua residência de Versalhes onde meia década depois veio a falecer, aos oitenta e seis anos, acometida por um ataque de uremia. Jaz no Panteão Real dos Braganças, na Igreja de S. Vicente de Fora, junto do marido e dos filhos, para onde o seu corpo foi trasladado de acordo com o seu último desejo e sepultado em funeral com honras de Estado e denotada comoção popular.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

202.º Aniversário sobre a Batalha de Buçaco


Passaram-se dois anos sobre o Bicentenário da Batalha do Buçaco que resultou numa clara vitória anglo-lusa sobre o exército invasor napoleónico comandado por Massena, vitória esta que é considerada como a que mais elevou a moral dos aliados, face à desmoralização das tropas francesas, e, portanto, talvez possa ser entendida como a mais importante batalha da guerra peninsular em favor dos primeiros.
Para rever o que editámos em memória deste evento, por ocasião do se 201.º Aniversário, clique na imagem.

217.º Aniversário do nascimento do marquês de Sá da Bandeira


Nasceu no dia 26 de Setembro de 1796 e é uma figura histórica nacional mas também de relevância local e regional. Esteve em Valpaços e foi aqui um dos protagonistas de um dos mais destacados eventos históricos das guerras liberais da História de Portugal. Comemoraram-se ontem os 217 anos do seu nascimento.
Para rever o que publicámos em memória desta figura histórica, por ocasião do 216.º Aniversário do seu nascimento clique na imagem.
Para rever um estudo que publicámos sobre a "Batalha de Valpaços" e o protagonismo nela exercido por Sá da Bandeira, clique AQUI.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Monografia de Valpaços em versão digital


A 2ª edição desta obra, publicada em Dezembro de 1990, encontra-se esgotada há algum tempo. Contudo, já se encontra disponível no Portal Novo do Município de Valpaços uma versão digital da mesma para consultar, imprimir ou baixar. Os visitantes do Clube de História de Valpaços eventualmente interessados podem desde já aceder a ela a partir daqui e futuramente através do hiperligação da Biblioteca Digital do Clube de História de Valpaços apresentado na barra lateral do presente blogue.

Para aceder já à obra e ao referido Portal clique na imagem.  

sábado, 22 de setembro de 2012

Efigénia do Carvalhal na nossa Galeria de Notáveis



Também já faz parte da Galeria de Notáveis do Clube de História de Valpaços. A sua biografia também já foi aqui editada, ostentando uma fotografia antiga (a preto e branco) que serviu de base para se elaborar a presente alegoria. A presente versão desta reconstituição é uma adaptação da versão artística original para corresponder à apresentação formal da galeria.

Rever a sua Biografia

Conhecer a versão artística original desta reconstituição alegórica

António Bernardino da Cruz Coutinho

Por Leonel Salvado

António Bernardino da Cruz Coutinho | foto: José António Soares da Silva, 
O Partido Progressista em Valpaços, 1886 – 1910, CMV, 2006 (adaptado) | 
moldura:  http://www.ruadireita.com


Nasceu no primeiro dia do mês de Setembro de 1869 na vila de Valpaços. Foi filho de Luís Rodrigues da Cruz Coutinho, “médico cirúrgico” aqui radicado e proprietário, oriundo de Alvações do Corgo, Santa Marta de Penaguião, e de Maria de Jesus Lopes, natural da mesma vila de Valpaços.
É recordado como personalidade benquista e assim admirada e respeitada em Valpaços, não em virtude das suas habilitações literárias, que foram limitadas, mas do seu carácter espirituoso, singular inteligência e argúcia e invejável sucesso obtido nos empreendimentos agrícolas a que se dedicou.
Adquiriu, também por isso, desde muito jovem, significativa notoriedade no exercício de cargos de responsabilidade pública e notável afirmação na vida político-partidária da sua terra natal.
No ano de 1887, com apenas 18 anos de idade, foi administrador substituto do concelho de Valpaços.
Em 1894 casou na mesma vila com Maria Cândida de Sousa Gavaias, de 32 anos de idade, filha natural de Maria da Trindade, ambas também naturais da freguesia de Santa Maria Maior de Valpaços.
Enquanto o partido Regenerador definhava, o seu interesse pela actividade partidária ao lado dos Progressistas proporcionou-lhe a entrada para a comissão executiva do respectivo partido em 1897, o ano que representa o momento áureo das actividades do mesmo partido em Valpaços. Cruz Coutinho pertenceu, juntamente com os demais membros da mesma comissão, à “Assembleia Geral Instaladora da Confraria de Nossa Senhora da Saúde” e à “Comissão Promotora” da Construção da mesma capela, contribuindo com vários donativos para a mesma comissão e para a instituição hospitalar que ainda estava em obras desde 1882. Foi também um dos primeiros “Irmãos” inscritos em 1897 na confraria que ajudou a criar.
Em 12 de Dezembro de 1901, Cruz Coutinho foi o primeiro signatário da carta enviada ao conde de Vila Real, líder distrital do partido, expondo a deplorável situação que se vivia no Centro Progressista de Valpaços em consequência da demissão do Presidente da comissão executiva, Dr. Francisco José de Medeiros. O mesmo sucedeu em 22 de Junho de 1906 na carta enviada aos correligionários para, segundo as instruções chegadas do líder distrital, se realizar no 1º dia do mês seguinte uma reunião com vista a nova reconstituição do partido com uma nota sobre a expressa disposição do conde de Vila Real para aceitar presidir a nova comissão. Finalmente, na data combinada, 1 de Julho, Bernardino da Cruz Coutinho integrou a nova comissão executiva como 2º Secretário. Pouco mais se fez, porém, nos quatro anos que se seguiram até á dissolução do Partido em 11 de Outubro de 1910.
Entre 1905 e 1908 foi por quatro vezes presidente da câmara de Valpaços cumprindo inicialmente três mandatos sucessivos.
Em 1909, por outro lado, António Bernardino da Cruz Coutinho gozava da reputação de abastado proprietário valpacense, exportador de azeite e viticultor.
Diga-se apenas a título de curiosidade que, para além da sua intensa actividade político-partidária em Valpaços e da aparente prosperidade devida aos seus empreendimentos agrícolas, o seu nome também se tornou conhecido fora dos limites do concelho por ter sido sobrinho, e afilhado de baptismo, de um importante livreiro e editor portuense, António Rodrigues da Cruz Coutinho de quem se diz que foi amigo de Guerra Junqueiro e que este lhe terá dedicado alguns versos satíricos que foram publicados em 1875 no 1.º n.º do jornal “Lanterna Mágica”.
Em 16 de Maio de 1941, António Bernardino da Cruz Coutinho, já viúvo, lavrou o seu testamento e em 4 de Fevereiro de 1946 veio a falecer em Valpaços.

Ver uma reprodução artística deste retrato

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

578.º Aniversário do nascimento de D. Leonor de Portugal, imperatriz do Sacro-Império Romano-Germânico


Celebraram anteontem os 578 anos do nascimento de Leonor de Portugal que esteve na origem de uma das mais poderosas linhagens da monarquia europeia ocidental – a Casa de Áustria.
Para rever tudo o que conseguimos apurar e divulgar sobre esta ditosa figura da dinastia de Avis por ocasião dos 576 anos do seu nascimento clique na imagem.

domingo, 16 de setembro de 2012

Da Minha Janela… a lápis de cor


Trata-se de um novo blogue para divulgação de um conjunto de ilustrações criadas por Leonel Salvado para a Galeria de Notáveis do Clube de História de Valpaços e outros trabalhos realizados com os mais elementares instrumentos de trabalho: lápis de cor e papel cavalinho. Estes trabalhos começarão a ser revelados no blogue assim intitulado bem como na página com o mesmo nome no facebook e em duas outras páginas do facebook, uma apenas de divulgação e outra de eventual utilização comercial.

O blogue

Da minha janela… no Facebook                         
  
  Ilustrações Leonel Salvado no Facebook
                                                                                                                                        
Clique nas imagens para aceder aos respectivos espaços


Nota: a maioria dos trabalhos apresentados nestes espaços serão exibidos numa exposição planeada para o final do 1.º trimestre de 2013 em Valpaços.

175.º Aniversário do nascimento de D. Pedro V, rei de Portugal


D. Pedro V, aliás Pedro de Alcântara Maria Fernando Miguel Rafael Gonzaga Xavier João António Leopoldo Victor Francisco de Assis Júlio Amélio de Saxe Coburgo e Bragança, nasceu a em 16 de Setembro de 1837 no Palácio das Necessidades em Lisboa, primogénito da rainha D. Maria II e do príncipe consorte, depois rei de Portugal, D. Fernando II. Cognominado de O Esperançoso, o Bem-amado ou o Muito Amado, foi o 32.º monarca de Portugal e personalidade de elevada formação cultural e de singular vocação governativa.

Para rever o que editámos aqui no Clube de História de Valpaços por ocasião do 174.º Aniversário do seu nascimento, clique na imagem.

162.º Aniversário do nascimento de Guerra Junqueiro


Transmontano nascido em Ligares, povoação do concelho de Freixo de Espada à Cinta, em 15 de Setembro de 1850, segundo alguns autores, ou em 17 do mesmo mês e ano, segundo outros, Abílio Manuel Guerra Junqueiro é uma referência incontornável da Literatura Portuguesa e da História política e administrativa portuguesa do seu tempo.

Para rever o que editámos em sua homenagem por ocasião do 161.º Aniversário do seu nascimento clique na imagem.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

127.º Aniversário do Nascimento de Aquilino Ribeiro


Comemorou-se ontem, dia 13 de Setembro,   o 126.º Aniversário do nascimento de Aquilino Ribeiro que é uma das grandes referências da literatura portuguesa mas também uma das personagens controversas da História nacional, sabendo-se dele, por exemplo, que estabeleceu uma relação pessoal e familiar com Manuel Buíça, o famigerado regicida oriundo de Bouçoais/Vinhais.
Para ver nosso post, editado por ocasião do 125.º Aniversário do seu nascimento, clique na imagem.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Efigénia do Carvalhal

Leonel Salvado

Ifigénia do Carvalhal de Sousa Teles Pimentel, como consta nos registos paroquiais, pergaminhos familiares e outros documentos, nasceu no dia 16 de Março de 1839 no lugar e freguesia de Veiga de Lila, concelho de Valpaços, numa das mais ilustres famílias da aristocracia de Trás-os-Montes aqui estabelecida desde o século XVII e cujas origens em Portugal remontam ao século XV.
Foi a primeira dos seis filhos do prestigioso Júlio do Carvalhal de Sousa Silveira Teles e Meneses, natural do lugar de Alanhosa, freguesia de S. Miguel de Nogueira, Chaves, e de sua primeira esposa, Maria da Piedade Ferreira Sarmento Pimentel de Lacerda e Lemos, natural de Carrazedo de Montenegro, ambos registados nos livros paroquiais como residentes e paroquianos de Veiga de Lila.
De todos os seis irmãos, apenas ela, Ifigénia do Carvalhal, Maria Adelaide e César (o mais novo e único varão) chegaram à idade adulta.
A prosperidade decorrente do considerável património da família, com casas e haveres nas localidades de Vilar de Nantes, Argeriz e Veiga de Lila, proporcionou a Ifigénia do Carvalhal esmerada educação e desprendida dedicação às Letras.
Foi Senhora de refinada cultura e escritora. Foi prima e companheira de infância do jovem talentoso escritor do género romântico em Portugal, Álvaro do Carvalhal de Sousa Silveira e Teles a quem, lamentavelmente, o destino reservou uma curta e dolorosa passagem pela vida. Entre os estudiosos dos “Contos” de Álvaro do Carvalhal, há quem saliente a possibilidade de o destino literário deste jovem escritor ter sido inspirado, desde a infância, em sua prima Ifigénia, cinco anos mais velha do que ele e ela própria apaixonada pela literatura romântica.
Ifigénia do Carvalhal de Sousa Teles é autora do romance “Clotilde” editado no Porto em 1869 pela Tipografia Pereira da Silva. Mais tarde, foi uma das colaboradoras do “Almanaque das Senhoras”, um periódico feminino do período romântico criado em 1870 e vocacionado para a leitura, a instrução e o recreio, com secções também dedicadas à poesia e à ficção.
Foi, por vontade de seu pai, falecido em 9.06.1872 na sua casa de Vilar de Nantes, e na qualidade de filha primogénita, ainda que solteira, a herdeira da Casa e Vínculo de Nossa Senhora dos Remédios de Veiga de Lila.
Casou no dia 12 de Setembro daquele mesmo ano, apenas cinco meses após a morte do pai, em Rio Torto, lugar e freguesia do mesmo concelho Valpaços, com Francisco António Teixeira de Morais Pimentel,  titular do antigo morgadio local que foi instituído em 1659, filho de Frederico Scipião Morais Teixeira Pimentel, natural da mesma freguesia, e de Ana Ludovina de Almeida e Sousa, natural de Santa Comba da Vilariça, Vila Flor. Efigénia do Carvalhal e Francisco de Morais Pimentel tiveram dois filhos que morreram de tenra idade.
Foi também Senhora dada a actos de beneficência vindo a integrar um ciclo muito restrito de valpacenses que receberam o honroso título de “benemérito”. Fez parte da Confraria de Nossa Senhora da Saúde em Valpaços na qual, em proposta apresentada em sessão da respectiva assembleia realizada em 19.05.1901, lhe foi atribuído o título de Irmã benemérita.
Nos últimos anos da sua vida, viúva e sem filhos, procurou assegurar a continuidade na família do Vínculo de Nossa Senhora dos Remédios de Veiga de Lila e de todos os seus bens, fazendo lavrar a necessária escritura de doação, sob reserva de usufruto, em favor de sua sobrinha Umbelina do Carvalhal. Não obstante, actualmente todo o património edificado e prdéios rústicos dos Carvalhais em Veiga de Lila encontra-se repartido por vários proprietários, alguns dos quais sem qualquer relação de parentesco com os actuais representantes da família Carvalhal.
Ifigénia do Carvalhal de Sousa Teles faleceu na sua terra natal no dia 22 de Janeiro de 1932, aos 93 anos de idade.
Lamentavelmente, ainda não foi ainda possível obter-se uma representação iconográfica mais adequada à sua personalidade (o seu retrato fidedigno) para poder figurar neste espaço, a Galeria de Notáveis do Clube de História de Valpaços com a dignidade que lhe é devida.


Fontes:
ARQUIVO DISTRITAL DE VILA REAL, Livro de Registos de Baptismos e Casamentos, freguesia de Veiga de Lila, concelho de Valpaços | http://etombo.com
CARNEIRO, Maria do Nascimento Oliveira,  O fantástico nos contos de Álvaro do Carvalhal, Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, 1992|http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes
SILVA, José António Soares da, O Partido Progressista de Valpaços, 1886-1910, edição da Câmara Municipal de Valpaços, 2006;
TELES, Fernando Eugénio do Carvalhal Sousa Teles, Árvore da geração da família dos Carvalhais e Bettencourts das Ilhas e sua Descendência |http://arvoredafamiliacarvalhal.blogspot.com
TELLES, D. Ephigenia do Carvalhal Sousa, Clotilde, Typographia Pereira da Silva, Porto, 1869 | htto://aleph20.letras.up.pt

terça-feira, 14 de agosto de 2012

José Alberto Rodrigues

Leonel Salvado

José Alberto Rodrigues | foto: ANTT | http://digitarq.dgarq.gov.pt
(adaptado) | moldura:  http://www.ruadireita.com

Advogado e activista político na oposição democrática ao regime do Estado Novo, nasceu em 5.11.1905 no lugar de Vale de Campo, freguesia de Curros do concelho de Valpaços e distrito de Vila Real, no seio de uma importante família de proprietários desta região. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e Maria Teixeira, foi encorajado pelos pais e pela família a dedicar-se aos estudos.
Obteve a licenciatura em Direito na Universidade de Lisboa e estabeleceu-se em Vila Pouca de Aguiar, vila e concelho do mesmo distrito de Vila Real na antiga Província de Trás-os-Montes, onde exerceu advocacia. Interveio em defesa dos arguidos políticos do regime salazarista antes e após a criação dos tribunais plenários e da PIDE.
Em 22.11.1933 foi preso pela PVDE, encarcerado na Penitenciária de Angra do Heroísmo, Açores, sendo restituído à liberdade mais de um ano depois.
A sua luta em defesa dos ideais democráticos intensificou-se a partir de então. Fez parte da Comissão Central do MUD (Movimento de Unidade Democrática), criado em 1945, e participou em todas as campanhas eleitorais da oposição à União Nacional que aquele movimento promoveu, designadamente na campanha de candidatura do General Norton de Matos às presidenciais que teve início em 3.01.1949. Após o fracasso desta campanha e em resposta à imediata extinção do MUD, ainda antes da desistência de Norton de Matos e da vitória de Óscar Carmona, José Alberto Rodrigues integrou a 1.ª Comissão Central do MND (Movimento Nacional Democrático), inaugurado no dia 10 de Fevereiro do mesmo ano. Em 21 de Dezembro foi de novo detido, desta vez pela PIDE, conduzido à cadeia do Aljube, em Lisboa, e posto à disposição dos tribunais criminais da mesma cidade. Saiu em liberdade cerca de um mês depois mas o procedimento criminal em que incorreu só foi julgado extinto por acórdão do 2.º juízo do Tribunal Criminal de Lisboa em Julho de 1951.
Foi por duas vezes membro do Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados e, também por duas vezes, delegado dos advogados do Círculo Judicial da Figueira da Foz.
Em 1965 foi candidato a deputado da oposição pelo círculo eleitoral de Braga.
Em 1967 obteve o registo de passaporte com destino ao Brasil, mas não consta que tenha saído do país.
Em 1969 volta a candidatar-se a deputado da oposição sendo incluído na lista da CDE (Comissão Democrática Eleitoral) pelo círculo de Vila Real. Ainda nesse ano participou no II Congresso Republicano de Aveiro, onde apresentou a tese intitulada «A Terra e o seu Emigrante» e em 1973 no III Congresso de Oposição Democrática com a tese «Breve Análise da Situação de Portugal no Mundo em 1973 Comparada com a Posição que Tinha em 1925, Ainda no Governo da República».
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974 regressou a Trás-os-Montes.
Este "filho pródigo de Trás-os-Montes" que veio ao mundo no concelho de Valpaços, faleceu em 8.11.1979 em Bornes de Aguiar, freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar. O seu nome foi consagrado pela Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar na toponímia da vila.


Fontes:
AMORIM, Pe João Vaz de, “Por Montes e Vales… terras de Monforte e Terras de Montenegro”, in Revista Aquae Flaviae, nº 14, Chaves, Dezembro 1995;
A.N.T.T., PIDE 1919-1975, Direcção de Serviços de Investigação e Contencioso, Livro 1933-11-22/1934-10-12, 92 José Alberto Rodrigues | http://digitarq.dgarq.gov.pt
ARQUIVO DISTRITAL DE VILA REAL, Livro de Registos de Baptismos, freguesia de Curros, concelho de Valpaços | http://etombo.com;
Id., AC/GCVR, Governo Civil de Vila Real 1834/1989, Livro de Registos de Passaporte (1967-12-20);
LEMOS, Mário Matos e,  Candidatos da Oposição à Assembleia Nacional do Estado Novo (1945-1973), Divisão de Edições da Assembleia da República e Texto Editores, Lda., 2009; 
MENDONÇA, Artur e José M. Martins, “Movimento Nacional Democrático”, 23 Outubro 2009 in Almanaque Republicano | http://arepublicano.blogspot.pt.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Francisco António Pereira da Guerra Lage

Por Leonel Salvado

Francisco António P. Guerra Lage | foto: Sanfins – Valpaços,
https://sites.google.com/site/sanfinsvlp/
(adaptado) | moldura:  http://www.ruadireita.com


Nasceu no último terço do século XIX no lugar de Fonte Mercê, freguesia de Água Revés e Crasto, no seio de uma antiga e conceituada família desta freguesia proprietária da “Casa de Fonte Mercê” ao tempo representada por seu pai, Cândido Júlio Lage.
Após uma breve passagem pela Academia Politécnica do Porto em que no dia 21 de Outubro de 1893 se matriculou na “classe de voluntários” do curso de Engenharia Civil, a duas cadeiras preparatórias, decidiu abandonar os estudos, encerrando a matrícula em Junho do ano seguinte, e regressou a Trás-os-Montes, fixando-se em Sanfins onde no mesmo ano de 1893 havia casado com Maria de Jesus, natural desta freguesia do concelho de Valpaços. Dedicou-se energicamente à agricultura e tornou-se grande produtor de azeite e cereais e abastado proprietário, detentor da maior casa de lavoura da região e de vasto património fundiário que se estendia aos termos dos lugares de Crasto e Lilela. Além da sua importante Casa solarenga de Sanfins, popularmente conhecida como a “Casa Grande”, ainda na década de 1940 constituía motivo de honra tanto para si e a família como para os moradores da aldeia o facto de, graças às suas excepcionais qualidades de gestor agrícola, possuir no sítio chamado do “Sagrado”, “o maior olival do concelho de Valpaços”.
Francisco Lage gozou de admirável reputação, tanto da parte dos humildes aldeãos que o conheceram melhor do que ninguém e o cognominavam de “pai dos pobres”, como de alguns homens de letras que também assim o definiram associando-lhe os atributos de «homem generoso e bom, leal fecundo e hospitaleiro» (João da Ribeira) e de «compadre e padrinho da aldeia inteira» (A. Veloso Martins). Além de agricultor pródigo e folgazão é ainda recordado como uma pessoa acomodada aos costumes urbanos e, sobretudo um apaixonado pela música, descolando-se várias vezes ao Porto para aí poder assistir a concertos de música clássica. 
Foi também personalidade destacada na vida política do concelho de Valpaços e no exercício de cargos de responsabilidade na liderança corporativa em direcção a cuja vila era visto amiúde deslocar-se na sua garbosa e estimada “égua russa”.
Foi militante e prestigiado membro do executivo do Partido do Partido Progressista de Valpaços, acompanhando todas as actividades promovidas por este desde a sua reorganização em 1897. Foi um dos irmãos da Confraria de Nossa Senhora da Saúde cuja criação se deveu ao dinamismo então imprimido no seio do partido pelas mais gradas figuras da sua comissão executiva. Passou a intervir mais activamente na acção do mesmo partido após a crise de 1901 que foi despoletada pela demissão do Dr. Francisco José de Medeiros da liderança, vindo a revelar-se como um dos mais enérgicos promotores da sua reorganização. Foi, nesse sentido, um dos signatários da carta que a 12 de Dezembro desse mesmo ano foi enviada ao líder distrital dos Progressistas para o pôr ao corrente da discórdia instalada no partido e da premente necessidade da sua renovação, bem como da carta que no dia 22 de Junho de 1906 foi expedida aos correligionários com a convocatória da reunião que para esse fim e com a anuência do mesmo líder distrital - conde de Vila Real - se realizou em Valpaços. Foi um dos vogais da nova comissão executiva aprovada por aclamação na Assembleia Geral de 1 de Julho de 1906 onde se apresentou como principal interveniente das propostas aí avançadas. Continuou integrado no Partido Progressista de Valpaços até à sua dissolução definitiva anunciada pela comissão em 22 de Outubro de 1910.
Já havia sido Presidente da Câmara de Valpaços em 1901 e no tempo da República voltou a sê-lo em 1937, após ter presidido a Comissão Municipal Administrativa no ano anterior e, por inerência de cujo cargo, lhe ter cabido a responsabilidade de receber em Valpaços o Presidente da República, Marechal Óscar Carmona, na cerimónia de celebração do Centenário da elevação de Valpaços a concelho.  Foi depois Presidente do Grémio da Lavoura do concelho de Valpaços, no exercício de cujo cargo ainda se mantinha em 1943. Faleceu na sua casa de Sanfins poucos anos depois com larga e ilustrada descendência directa.


Fontes:
ADUP APP - Academia Politécnica do Porto, 1837-1911, Livro de Matrículas e Actos Finais dos alunos da Faculdade de Ciências : Preparatórios | http://repositorio-tematico.up.pt;
ALVES, Paulo, Sanfins – Valpaços | https://sites.google.com/site/sanfinsvlp;
AMORIM, Pe João Vaz de, “Por Montes e Vales… terras de Monforte e Terras de Montenegro”, in Revista Aquae Flaviae, nº 14, Chaves, Dezembro 1995;
MARTINS, A. Veloso, Valpaços, Monografia, Lello & Irmão, Porto, 2.ª ed., Dez. 1990;
SILVA, José António Soares da, O Partido Progressista de Valpaços, 1886-1910, ed. C. M. Valpaços, 2006.

Santa Rita de Cássia, venerada em Sanfins de Valpaços


“Vencedora das causas impossíveis e advogada dos terramotos”, Rita de Cássia é uma santa de rara veneração no Norte de Portugal, mas com dedicados fiéis em algumas aldeias raianas do concelho de Bragança e em Vila Real. Em Valpaços há também sinais da sua devoção, dada a existência de uma capela da invocação da mesma santa na Avenida Eng.º Francisco Baptista Tavares.  Mas ela é especial e solenemente celebrada pela comunidade de Sanfins, freguesia do concelho de Valpaços cujas festas a ela dedicadas decorreram este anos nos dias 10, 11 e 12 deste mês de Agosto.
Para rever a homenagem que lhe dedicámos, bem como aos seus devotos de Sanfins em 2011 clique na imagem.

sábado, 11 de agosto de 2012

105.º Aniversário do Nascimento de Miguel Torga


Estamos a 1 dia da celebração dos 105 anos do nascimento de Miguel Torga.
Nascido a 12 de Agosto de 1907, em São Martinho da Anta, distrito de Vila Real, o nosso Miguel Torga é uma figura de relevância regional no contexto da categoria “datas comemorativas [local / regional] ” a homenagear no Clube de História de Valpaços.

Para rever neste o que publicámos a respeito de Miguel Torga por ocasião do 103.º Aniversário do seu nascimento, clique na imagem.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

80.º Aniversário do “regresso” do último rei de Portugal


D. Manuel II, falecido em 2 de Julho de 1932 em Twickenham, Inglaterra foi sepultado em Portugal, como foi sempre seu desejo, no dia 2 de Agosto de 1932. Vinte e um anos após o fim da monarquia, a cerimónia não deixou de assumir contornos de Funeral de Estado com a presença de milhares de populares, monárquicos, republicanos e os mais altos representantes do governo da República – uma data comemorativa!

Para ver ou rever o que publicámos por ocasião do 78.º Aniversário deste efeméride, clique


83.º Aniversário do nascimento de Zeca Afonso


José Afonso
Quando a música portuguesa perdeu a inocência

Zeca Afonso foi um notável compositor de música de intervenção, durante um dos mais conturbados períodos da história recente portuguesa. Como compositor, soube conciliar de forma notável a música popular e os temas tradicionais com a palavra de protesto.

Para rever o que publicámos em homenagem a Zeca Afonso por ocasião dos 81 anos do seu nascimento clique

terça-feira, 24 de julho de 2012

115.º Aniversário do nascimento de Amelia Earhart


Imagem: http://theeclecticgoddess.blogspot.com

Amelia Mary Earhart, nasceu em Atchison, Kansas, EUA, no dia 24 de Julho de 1897 e desapareceu no Norte do Oceano Pacífico a 22 de Julho de 1937. Foi uma das pioneiras da aviação dos Estados Unidos da América e dedicada defensora dos direitos das mulheres, tornando-se amiga da primeira-dama do seu país, Eleanor Roosevelt, também ela uma grande apaixonada pela aviação, com quem alinhou em defesa das causas femininas. Tornou-se famosa nas mais diversas acções devidas ao seu multifacetado talento e personalidade carismática, mas sobretudo por ter sido a primeira mulher a voar sozinha sobre o Atlântico.

Para rever o que publicámos sobre Amélia Earhart, por ocasião do 113.º Aniversário do seu nascimento clique